segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ìdánwò ti oṣù méjì (Ìdánwò kéjì). Ọdún kéjì

Àwọn ìwà ti mìmú ìfẹ́ ẹni kúrò lí ọkàn.
Condutas alienadas.  

                                                                               
                                                     

Nome                                                                                N°        Série

                                 Prova de Filosofia

1. Assinale exemplos de mercadorias  culturais. Justifique sua escolha.
a) CD de música.
b) Folia de reis.
c) Megashow da rocha.
d) Artesanato vinculado a comunidades indígenas.
e) Grupos de amigos.
2. Para Sartre, a ética deve ser baseada na ação histórica do presente, e não em valores metafísicos ou do passado. Assinale exemplos em que essa ideia aparece.
a) As mulheres devem obedecer aos homens.
b) Os homens não devem chorar.
c) Nós temos de nos preocupar mais com nossas necessidades do que com as tradições.
d) Minha família nunca perdoou um erro grave; eu também não.
e) Não importa o fizeram com o homem: importa o que ele fará com o que fizeram dele.
3) Segundo  Sartre, como nós nos constituímos diante dos outros?
a) Pela vergonha, o olhar dos outros nos apresenta existindo de maneira não adequada.
b) Pelo amor, o desejo possuir o outro e de aprisioná-lo, fazendo que o outro nos ame.
c) Pelo ódio da liberdade dos outros.
d) Os outos não nos revelam, nos os revelamos.
e) Pela liberdade natural que temos.
4. Qual a relação entre a indústria cultural e o indivíduo?
R.
5. Segundo Sartre, o que é alienação moral?


Àwọn ìdáhùn (kíní, kéjì, kẹ́ta, kẹ́rin, kárún):
                        1(kíní, kẹ́ta)
                        2(kéjì, kárún)
                        3(kíní, kéjì, kẹ́ta)

Nome                                                   Nº     Série

                Prova de filosofia

1. Entende-se por controle social o conjunto de mecanismos de intervenção que cada sociedade ou grupo social possui e que são usados como forma de garantir a conformidade do comportamento dos indivíduos em seu meio social. Diante dessa afirmação, podemos concluir que as seguintes opções não são ferramentas de controle e reprodução da ordem estabelecida, com exceção da:
(a) Escola
(b) Luta de classes
(c) Mais-valia
(d) Ação social

2. O filósofo e teórico social Michel Foucault (1926-1984) dedica sua obra “Vigiar e punir” (1999) para o entendimento das formas de controle social externas e internas. Segundo o autor, a construção do sujeito dócil, útil e submisso à ordem estabelecida é possível apenas por meio de processos “disciplinadores”, nos quais o corpo e a mente do sujeito são moldados de acordo com o que se pede no meio social. Para entender esse fenômeno, Foucault voltou-se para a observação de instituições disciplinadoras, como a escola e os quartéis, onde os indivíduos que ali permanecem vivem sob o controle da instituição.
Podemos concluir que, para Foucault, controle social é:
a) a forma de controlar a reprodução biológica de um grupo social.
(b) a forma de estabelecer critérios em relação à reprodução humana em países superpopulosos.
(c) um conjunto entre formas externas e internas de intervenção no comportamento do sujeito desviante.
d) um conjunto de regras que limita a interação entre indivíduos de classes e estratos diferentes em sociedades estamentais.

3. Para Paul Ricoeur, como nós nos configuramos como indivíduo?
a) Pela nossa liberdade natural.
b) Pelo contrato social.
c) Pelas práticas corporais.
d) Pela narrativa de nós mesmos.
e) Pela nossa essência.
4. Segundo Michel Foucault, a sanção, a vigilância e o exame são recursos para:
a) a linguagem.
b) termos boas notas.
c) a liberdade individual.
d) descobrirmos a nossa essência.
e) o adestramento do corpo.
5. . A crítica endereçada pelo filósofo alemão Theodor Adorno à indústria cultural caracterizou-se por:
(A) enfatizar o caráter positivo da reprodução técnica de bens culturais. 
(B) elogiar a instrumentalização do tempo livre. 
(C) identificar, na possibilidade de massificação da cultura, um dos aspectos mais promissores das democracias ocidentais. 
(D) criticar a transformação dos bens culturais em meios de entrenimento e não de formação. 
(E) exaltar os potenciais emancipadores de novos ritmos musicais como o jazz. 
6. Como viver sem domesticar os corpos e sem julga-los?
    

                 Àwọn ìdáhùn (kíní, kéjì, kẹ́ta, kẹ́rin, kárún):

                        1(kíní)
                        2(kẹ́ta)
                        3(kẹ́rin)
                        4 (kárún)
                        5(kẹ́rin)

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