sexta-feira, 9 de março de 2018

Campanha presidencial de 2018

Ìpolongo tí ààrẹ orílẹ̀-èdè.
Campanha presidencial.





Mo jẹ́rí pé ìmọ́lẹ̀ ti òtítọ́ kò lè ṣeé pa.
Eu testifico que a luz da verdade não pode ser apagada.


Àkójọ́pọ̀ Itumọ̀ (Glossário).
Ìwé gbédègbéyọ̀  (Vocabulário).



Ìpolongo, s. Campanha.
Ìpolówó-ọjà, s. Anunciante, divulgador.
Tí ààrẹ orílẹ̀-èdè, adj. Presidencial.
Èmi, mo, mi, n, ng, pron. pess. Eu.
Jẹ́rí, v. Testemunhar.
, conj. Que, para que, a fim de que. Usado depois de verbos que informam, que fazem uma declaração indireta.
, adj. Completo, perfeito, exato.
, v. Encontrar, reunir, juntar. Dizer que, opinar, expressar uma opinião. Precisar, ser exato. Ser, estar completo.
Péé, adv. Fixamente.

Ìmọ́lẹ̀, s. Luz.
Òtítọ́, s. Verdade.
Ìrètí, s. Esperança.
, v. aux. Poder físico ou intelectual. Mo lè gun ẹṣin - Eu posso montar a cavalo. Tendência para uma ocorrência. Dever, precisar. 
Ṣe, v. Fazer, causar.
Pa, v. Matar, apagar.
Ti lọ, adj. Desaparecido.
, pron. rel. Que, o qual, do qual, cujo.
, conj. Se. Enquanto, ao mesmo tempo que.
, prep. Desde que.
, v. Bater com a mão ou com algo na mão, acertar o alvo.
, adv. Onde, quando.
Ti, prep. de ( indicando posse). Quando usado entre dois substantivos, usualmente é omitido. Ilé ti bàbá mi = ilé bàbá mi ( A casa do meu pai).
Ti, ti...ti, adj. Ambos... e. Ti èmi ti ìyàwó mi - ambos, eu e minha esposa.
Ti, v. Ter (verb. aux.). Arranhar. Pular.
Ti, v. interrog. Como. Ó ti jẹ́? - Como ele está.
Ti, adv. pré-v. Já. Indica uma ação realizada.
Ti, àti, conj. E.
Ti, part. pré-v. 1. Usada para indicar o tempo passado dos verbos. Èmi ti máa rìn lálé - Eu costumava caminhar à noite. 2. É usada com báwo ni - como - quando se deseja expressar sentimento e posicionada antes do verbo principal. Báwo ni àwọn ti rí? - Como eles estão?.
Tìti, adv. Tremendamente, violentamente.
Títí, adv. Continuamente, constantemente.
Títí, prep. Até.
Tìtì, adv. Tremulamente, balançadamente.
Títì, adj. Trancado, que deve ser empurrado, fechado.
Títì, ọ̀nà, s. Via pública, rua, passagem.
Ti... ti, adj. Ambos... e. Ti èmi ti ìyàwó mi - Ambos, eu e minha esposa.
Títi-àiyé, adv. Eternamente.
Títí dé, prep. Até. (referindo-se a um local ou espaço).
Títí di, prep. Até. (referindo-se a período de tempo).
Títí  láé, títí láí, adv. Perpetuamente, para sempre, definitivamente.
Títilọ, adv. Continuadamente, assim por diante.

, v. Bastar, ser o bastante, ser o suficiente. Ser igual a, equivaler.
, adj. Suficiente, bastante.
, pron. rel. Que. Contração de tí ó. A partícula ó é sempre usada se tí for seguida por um verbo. Antes de pronome  e substantivo, ela não é usada. Ọkùnrin tó pè mí ẹ̀gbọ́n mi - O homem que me chamou é meu irmão.

Tó, tóó, adv. pré-v. Antes de. É antecedido por kí. Kí òun tó lọ, ó sọ̀rọ̀ pẹ̀lú mi - Antes de ele ir, eu conversei com ele.
Tinyín, pron, poss. De vocês, do senhor, da senhora. Wọ́n ra ilé Tinyín - Eles compraram a casa de vocês.
Ń, v. Estar. Indicador de  gerúndio.
Ń, adv. pré-verbal. O prefixo "ń" no verbo indica não só uma ideia presente como uma ação que esteja ocorrendo, em desenvolvimento (gerúndio). Pela sua função, é equivalente ao verbo auxiliar estar em português.
L', pref. No.
L, pref. Forma modificada da palavra ní quando seguida de palavra iniciada por vogal diferente de i.
, prep. Contração da preposição ní e substantivo. Quando a vogal inicial do substantivo não é i, a consoante n da preposição se transforma em l, e a vogal i toma forma de vogal do substantivo posterior. Mas se a vogal do substantivo é i, ela é eliminada. Ní àná ( l'ánàá ). Ní ilé (ní'lé)
, part. enfática. Usada na construção de frases, quando o verbo tiver dois objetos, o segundo objeto é precedido por " ní".
, prep. No, na, em. Usada para indicar o lugar em que alguma coisa está. Indica uma posição estática.
, v. Ter, possuir, dizer.Transportar carga em um barco ou navio. Ocupar, obter, pegar.
Ni, v. Ser, é.
, pron. dem. Aquele, aquela. Requer alongamento da vogal final da palavra que o antecede somente na fala. Ex.: Fìlà ( a ) nì = aquele chapéu.
Ààrẹ, s. Presidente.
Ma, mà, adv. Sem dúvida, com certeza. É usado para expressar força, surpresa ou ênfase, indicando uma ação positiva.
Má, máà, adv. Não. Negativa do verbo na forma imperativa, tempo de comando. Má lọ! = Má ṣe lọ! - Não vá! A forma má ṣe pode ser usada para ênfase, sem alterar o sentido da frase. Má ṣe bẹ́ẹ̀ - Não faça assim.
Máa, part. v. Usada como outra opção para marcar o tempo futuro do verbo, admitindo o pronome pessoal de uma sílaba.
Máa, v. aux. Indica uma ação habitual, costumeira.
Máa ń, a máa, adv. pré v. Ter costume de, estar acostumado, ter maneira de (fazer algo). Emprega-se o presente do indicativo para expressar uma ação constante ou habitual.
Máa, maa, obs. : Colocado antes do verbo, dá um sentido polido a uma ordem. Ẹ máa padà níbí - Volte aqui.
Maa, Obs. Posicionado depois de qualquer das partículas indicadoras do tempo futuro, dá um sentido progressivo ou habitual ao verbo. Ng ó maa kà á- Eu continuarei a ler isto.
, Pron. pess. com adv. Eu. Mà á jẹ ẹ̀bà - Eu vou comer pirão de mandioca.

Fi, part. Usada como verbo simples, como parte de um verbo composto e para ênfase na composição de frases. Díẹ̀díẹ̀ ni ọjà fi nkún - Pouco a pouco o mercado encheu.
Fi, v. 1. Pôr, colocar. É muito usado na composição de frases. 2. Usar, tomar, pegar para fazer. 3. Dar, oferecer. 4. Deixar de lado, desistir, abandonar. 5. Secar alguma coisa expondo-a ao calor.
Fi, prep. Com, para. Antecede os substantivos que indicam o uso de instrumentos, meios e ingredientes materiais. Ó fi òkúta fọ́ dígí - Ele quebrou o espelho com uma pedra.
, v. Balançar, oscilar, ser instável, rodopiar. Ó fì apá mi - Ele balançou meu braço.
, v. Levar para fazer.

Bí àpẹẹrẹ, fún àpẹẹrẹ, s. Por exemplo.
Àpẹẹrẹ, s. Exemplo, padrão.

Péye, píye, adj. Saudável, correto, forte.
Pèwé, v. Enrolar a roupa na cintura e deixar a parte de cima do corpo nua.
Lélẹ̀, adv. Abaixo, sobre o chão.
Àwọn orílẹ̀-èdè má fi àpẹẹrẹ tó péye lélẹ̀, s. Mau exemplo de países, as nações não definem o exemplo certo.
Ilẹ̀, s. Terra, solo, chão. 
Orílẹ̀-èdè Olómìnira, s. Republica.
Ìpínlẹ̀, orílẹ̀-èdè, s. Estado.
Ìpínlẹ̀, s. Fronteira, demarcação, limite entre duas cidades, Estado ( SP, RJ).
Orílẹ̀, s. Nome que denota um grupo de origem ou clã.
Orílẹ̀-èdè, s. Estado, nação.

Ìlú, s. Cidade, terra, , região, país.
Ìlù, s. Tambor, um tipo de toque de atabaque.
Ìlù, s. Atabaque, tambor.
Ìlu, s. Verruma, perfurante.
Ìlú etí, s. Tímpano.
Èdè, s. Idioma, língua, dialeto.
Olómìnira, adj. Independente.
mọorílẹ̀-èdè papua, s. Papuásio. Natural de Papua-Nova Guiné.
Ní ti papua, adj. Papuásio. Relativo a Papua-Nova Guiné.

Kò sí, v. Forma negativa do verbo wà (estar, existir, haver). Kò sí owó kò sí orò - sem dinheiro não há obrigação.
Kò, ò, adv. Não. Faz a negativa dos verbos regulares. 

Bẹ́ẹ̀ni, adv. Sim, assim é. Inicia uma resposta afirmativa.
Rárá, adv. Não, nunca, absolutamente.
Ràrá, aràrá, s. Anão, pigmeu.
Rárà, s. Canção, elegia, poesia.
Rara, v. Esfregar o corpo.
Rara, adv. Ruidosamente. 
Òun, ó, pron. pess. Ele, ela.
Òun, on, Conj. E. Geralmente usada com nomes de pessoas. Òjó on Àjàdí - Ojô e Ajadi.
Oun, ohun, s. Coisa, algo.
Oùn, ohùn, s. Voz.
Pẹ̀lú, prep. Com, junto com.
Pẹ̀lú, adv. Também.
Pẹ̀lú, v. Estar em companhia de, acompanhar.
Pẹ̀lú, conj. E. Liga substantivos, mas não liga verbos.
Lọ, v. Ir.

Bẹ́ẹ̀kọ́, adv. Não, asim não.
Nígbà wo, adv. Quando.
Nígbà náà, adv. Então, às vezes.
Nígbà tí, adv. Quando, enquanto, no tempo que. 
Nígbàmíràn, nígbàni, adv. Algumas vezes, num tempo, em outros tempos.
Ní ẹ̀ẹ̀mẹtẹ̀ẹ̀ta, lẹ́ẹ̀mẹ́ta, nígbà mẹ́ta, adv. Três vezes.
Lẹ́ẹ̀kan, adv. Uma vez.
Lẹ́ẹ̀méjì, adv. Duas vezes. 
Lẹ́ẹ̀mẹ́rin, adv. Quato vezes.
Níméjìméjì, adv. Duplamente, de dois em dois, dois de cada vez.
Lẹ́ẹ̀méje, adv. Sete vezes.
Lẹ́ẹ̀kọ̀ọ̀kan, adv. De vez em quando, uma vez em muitas.
Àwọn Adífábù, s. Advérbios. Wo àwọn àpẹẹrẹ yìí ná (Considere os exemplos a seguir): lóní (hoje, neste dia), láná(ontem), lọ́la (amanhã), níjẹ́ta (anteontem, antes de ontem, três dias atrás), lọ́túnla (depois de amanhã), síwájú (para frente, à frente), lẹ́hìn, lẹ́yìn (depois, depois de, após, atrás), láìpẹ́ (cedo, logo, já), pẹ́ (tarde), nísisìyí ( agora),  lọ́sán ( de tarde, durante a tarde),  lọ́sán yí, lọ́sán yìí (nesta tarde), nígbàwo ( quando), nígbàtí (quando, enquanto, no tempo que), lálẹ́ ( de noite), lóru ( de madrugada), lọ́sángangan ( ao meio dia), lọ́sẹ̀lọ́sẹ̀, lọ́sọ̀ọ̀sẹ̀ (semanalmente), lọ́wọ́lọ́wọ́ (no tempo presente, recentemente, no momento atual, agorinha), nígbà-àtijọ́ (antigamente, há muito tempo), lẹ́hìn ( atrás), dúró  lẹ́hìn ( fique atrás), níbí ( aqui, cá), níbẹ̀ ( lá, ali), níbẹ̀náà( ali, naquele lugar), níbẹ̀yẹn (acolá), lóde ( na rua, fora, exterior, do lado de fora, sem),lọ́hún, lọ́húnyí ( lá, ali, acolá), sókè (para cima, para o alto ), jìnnà ( longe), níbo (onde, aonde),nínú ( dentro, no interior de), níwájú ( em frente, na frente), níbòmíràn, níbòmí ( em nenhum lugar),dáradára, dáadáa (bem, esplendidamente), pẹ̀lúpẹ̀lú (além disso, além de), pẹ̀lú (também), búburú (mal, de maneira má, de maneira errada ou insatisfatória),  kíákíá ( apressadamente, rapidamente, ativamente), nífọwọ́sọwọ́ ( com as mãos apertadas, entrelaçadas),nẹgẹ́nnẹgẹ́n (calmamente), tòye-tòye(inteligentemente, com compreensão), towótowó ( por dinheiro), tótó ( fortemente), fẹrẹgẹgẹ ( animadamente), fẹ̀ẹ̀rẹ̀ ( superficialmente, ligeiramente), níbú, níbúrùbú (lateralmente, transversalmente, através de), bẹ́ẹ̀ni(sim, assim é), ẹ́n (sim), dájudáju ( certamente, seguramente, evidentemente),  ẹ́n ẹ̀n ( não),  bẹ́ẹ̀kọ́ (não, asim não), ndào ( nunca, não), nhún(não), bẹ́ẹ̀kọ́ láé (nunca), àgbẹ́dọ̀ (não, nunca, jamais), jù ( muito mais),jùlọ ( o mais), tó ( bastante), tán ( muitíssimo, completamente), báwo ni ( como),nítorí kíni ( por quê, por qual razão), níbo,ibo(onde, aonde), nígbàwo (quando), nípa tani ( acerca de quem, sobre quem), èló ( quanto),méló, mélòó (quanto, quanta), jù (muito mais), jùlọ ( mais do que, o mais), fẹ́rẹ̀,  fẹ́ẹ̀, kù díẹ̀, kù fẹ́ẹ́ fẹ́ẹ́ (quase), díẹ̀ (menos), níní (muito, excessivamente), toto ( muito), lẹ́ẹ̀kan (uma vez), lẹ́ẹ̀méjì (duas vezes), lẹ́ẹ̀mẹ́ta (três vezes),lẹ́ẹ̀mẹ́rin ( quato vezes), níméjìméjì (duplamente, de dois em dois, dois de cada vez), lẹ́ẹ̀méje (sete vezes), lẹ́ẹ̀kọ̀ọ̀kan ( de vez em quando, uma vez em muitas), lẹ́ẹ̀kíní (primeiramente, primeira vez), lẹ́ẹ̀kéjì (secundariamente, segunda vez), lẹ́ẹ̀kẹ́ta ( em terceiro lugar, terceira vez),lẹ́ẹ̀kẹ́rin ( em quarto lugar), nítorínáà(portanto, desse modo, assim, por isso, então),nígbànáà ( então, às vezes), bóyá (talvez, porventura, ou...ou).

Ó, pron. pess. Ele, ela.
O, pron. pess. Você. 
, pron. Você. É usado dessa forma depois de verbo ou preposição.
O, ò, pref. Adicionado ao verbo para formar substantivos que indicam alguém que faz.
O, òo, part. adv. 1. Forma frases exlamativas para ênfase. Ó ti dé o! - Ele já chegou! 2. A forma òo é usada para responder a uma saudação, caso não exista outra estabelecida, ou para concordância diante de uma outra expressão. Ẹ káalẹ́ o - Boa-noite; Òo (respondendo).




quinta-feira, 8 de março de 2018

Vá pra Cuba!

O lè máa lọ sí Kúbà! 
Você pode ir pra Cuba!                                                          




Àkójọ́pọ̀ Itumọ̀ (Glossário).
Ìwé gbédègbéyọ̀  (Vocabulário).


Ó, pron. pess. Ele, ela.
O, pron. pess. Você. 
, pron. Você. É usado dessa forma depois de verbo ou preposição.
O, ò, pref. Adicionado ao verbo para formar substantivos que indicam alguém que faz.
O, òo, part. adv. 1. Forma frases exlamativas para ênfase. Ó ti dé o! - Ele já chegou! 2. A forma òo é usada para responder a uma saudação, caso não exista outra estabelecida, ou para concordância diante de uma outra expressão. Ẹ káalẹ́ o - Boa-noite; Òo (respondendo).
Yóò, adv. pré. v. Indicador de futuro numa frase afirmativa. Em outras palavras, emprega-se o futuro do presente para expressar uma ação que será executada no futuro. Outros indicadores de futuro: yóó, ó, á, máa, fẹ́.
Máa, part. v. Usada como outra opção para marcar o tempo futuro do verbo, admitindo o pronome pessoal de uma sílaba.
Máa, v. aux. Indica uma ação habitual, costumeira.
Máa ń, a máa, adv. pré v. Ter costume de, estar acostumado, ter maneira de (fazer algo). Emprega-se o presente do indicativo para expressar uma ação constante ou habitual.
Máa, maa, obs. : Colocado antes do verbo, dá um sentido polido a uma ordem.

Lọ, v. Ir., v. tranquilizar-se.
, v. aux. Poder físico ou intelectual. Mo lè gun ẹṣin - Eu posso montar a cavalo. Tendência para uma ocorrência. Dever, precisar. 

, prep. Para, em direção a. Indica movimento direcional.
, adv. Exatamente, indica uma situação exata e pontual.
, adv. Usado no fim de uma frase afirmativa a fim de indicar adição um pouco mais da conta. Mo fẹ́ jẹun sí - Eu quero comer mais.
, part. Usada entre duas palavras repetidas para dar o sentido de lá e cá. Ìlúsílú - de cidade em cidade.
, v. Forma negativa do verbo wà (existir, haver, estar). É precedido por kò. Kò sí ewu - Não há perigo.

, v. Descolorir, desbotar. Verbo com sentido de descer, descambar, e usado em certas composições. Ara rẹ̀  silẹ̀ - O corpo dele esfriou (depois da febre). Ó sì í délẹ̀ - Ele destruiu isto.
Sì, ṣì, adv. pré.v. Ainda, além disso. Má sìlọ - Não vá ainda.
Sii, adv. Por algum tempo.
Síi, adv. Mais do que, aumentar. Usado como complemento de verbo. Owó mi wú síi - Meu dinheiro aumentou mais do que antes. 
Sìì, adv. Vagarosamente, forçadamente. Ó nrìn sìì - Ele correu vagarosamente.
Kò sí, v. Forma negativa do verbo wà (estar, existir, haver). Kò sí owó kò sí orò - sem dinheiro não há obrigação.

Ilẹ̀ Kúbà, Kúbà, s. Cuba.
Orílẹ̀-èdè Olómìnira ilẹ̀ Kúbà, s. República de Cuba.
Orílẹ̀-èdè, s. Nação, país.
Orílẹ̀, s. Grupo de origem ou clã.
Èdè, s. Língua, idioma, dialeto, linguagem.
Olómìnira, adj. Independente.
Àpapọ̀, s. Soma, total, combinação, ato de unir, de juntar
Aparapọ̀, adj. Federativa.

Ilẹ̀, s. Terra, solo, chão.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Ète lórí ẹrí-ọkàn dúdú.

Ète lórí ẹrí-ọkàn dúdú.
Projeto consciência negra. 

              Ní sáà ilé ẹ̀kọ́ ti ọdún 2018
              Durante o ano letivo de 2018
                
                                                                                                                                                            PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA: EDUCAÇÃO PARA PRÁTICA DA ALTERIDADE.

I – IDENTIFICAÇÃO

           1.1. Instituição
           E.E. Comendador Antônio Figueiredo Navas - Promissão - SP

            1.2. Autores
             Professores das diferentes áreas do Ensino Médio, Fundamental e EJA

            1.3. Público Alvo
            Alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino de Jovens e Adultos (EJA)

           1.4. Problemática
           Historicamente, o Brasil, no aspecto legal, teve uma postura ativa e permissiva diante da discriminação e do racismo que atinge a população afrodescendente brasileira até hoje. Nesse sentido, ao analisar os dados que apontam as desigualdades entre brancos e negros, constatou-se a necessidade de políticas específicas que revertam o atual quadro.

           1.5. Finalidade
           No campo da educação, promover uma educação ética, voltada para o respeito e convívio harmônico com a diversidade deve-se partir de temáticas significativas, que propiciem condições para que os alunos e as alunas desenvolvam sua capacidade dialógica, tomem consciência de nossas próprias raízes históricas que ajudaram e ajudam a constituir a cultura e formar a nação brasileira; pois, o preconceito e o racismo são uma das formas de violência. Diante disso, quais as situações que temos possibilidades de mudar? Qual seria a nossa contribuição concreta para viabilizar a conscientização das pessoas? São perguntas que o projeto prevê responder através de um olhar interdisciplinar

        1.6. Título
       Projeto Consciência Negra: Educação para prática da alteridade.



II - JUSTIFICATIVA

             "O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho, comemorar esta data é debater e refletir sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade.
             O desafio de ensinar que também somos frutos desses elementos étnico-culturais, que contribuíram de várias maneiras para a formação da sociedade brasileira, não era tarefa fácil. Era preciso criar estratégias para o direcionamento da ação docente e que essas pudessem promover a reconstrução e a ressignificação de conceitos, contextos e métodos que auxiliassem na narrativa do professor.
Nas últimas décadas, a historiografia vem apresentando uma série de novos trabalhos que procuraram renovar a percepção sobre a escravidão negra e nossa sociedade ao longo da história. A forma de enxergar a participação do escravo nas ações e práticas cotidianas também foi repensada.
             Uma abordagem sobre a escravidão que considera simplesmente a violência física e a opressão sobre os escravos - e que não os observa enquanto sujeitos que procuraram vencer o cativeiro, provocando outras ações além de fugas e agressões a seus senhores - já não é mais recomendada para o ensino na escola.
O conhecimento histórico não é imutável e pode ser revisto à medida que o campo científico avança, que nos leva a refletir constantemente sobre a nossa formação e os saberes docentes que reunimos para realizar o trabalho em sala de aula.
             Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar a identificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo.
             Em meio à diversidade de valores e culturas a que estamos inseridos, faz-se necessário repensarmos nossas ações diante das atitudes de desrespeito com os afrodescendentes que formam a maioria da população brasileira sendo historicamente discriminados e desrespeitados em suas raízes e manifestações.
Assim sendo, percebe-se a necessidade de um trabalho constante desde as sérias iniciais até o ensino médio, proporcionando debates constantes, momentos de reflexão e valorização da cultura Africana, compreendendo sua importância para diálogo e convivência harmônica com a diversidade".
 Em concordância com os pesquisadores e PCNs do aludido texto citado, nós professores da Instituição de ensino " E.E.Comendador Antônio Figueiredo Navas",elaboramos nosso projeto com algumas alterações em relação ao texto original.
III- OBJETIVOS

             3.1. OBJETIVO GERAL

             Levar os alunos a refletirem sobre a diversidade étnico-cultural para compreenderem que cada povo possui sua identidade própria, presente nas crenças, costumes, história e organização social. Além disso, promover a autoestima e a prática da alteridade. Assim, incentivar  o respeito às diferenças de qualquer gênero para a valorização do ser humano e da identidade cultural de todos os povos, para que dessa forma, mudanças significativas na prática social sejam percebidas e seja efetivado o desenvolvimento da consciência cidadã.

               3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Promover o crescimento do aluno como ser  reflexivo, crítico e ético;
• Oferecer aos alunos conhecimentos que lhes permitam buscar a superação do racismo e preconceito;
• Desenvolver a co-responsabilidade pela vida social como compromisso individual e coletivo;
• Destacar as diferentes formas de racismo e discriminação através do resgate da memória cultural do povo negro;
• Estimular o respeito aos direitos humanos e exclusão de qualquer tipo de discriminação;
• Trazer à tona discussões provocantes, por meio das rodas de conversa, para um posicionamento mais crítico frente à realidade social em que vivemos.

IV - CONTEÚDO/METODOLOGIA

             A prática de ensino objetivada neste projeto visa promover uma educação ética, voltada para o respeito e convívio harmônico com a diversidade.
Sugestões de atividades:

           Língua Portuguesa
• Pesquisar palavras de origem africana;
• Produzir, utilizando diferentes formas de expressão, textos individuais e coletivos sobre os debates e as reflexões do assunto;
• Leitura e produção de textos de diferentes gêneros sobre preconceito racial;
• Leitura de imagens: várias realidades vivenciadas por negros.

          História

• Refletir em relação ao início do racismo no Brasil;
• Reconhecer a herança cultural dos negros;
• Refletir e opinar sobre o papel do negro na formação da nação brasileira;
• Debater temas como: Preconceito racial/ O processo de abolição;
• Apresentação de figuras ilustres negras e mestiças da história brasileira passada e atual, bem como de pessoas afro brasileiro do convívio dos alunos.

           Geografia

• Localizar comunidades negras no Brasil;
• Formação do povo brasileiro;
• As migrações.

          Sociologia e Filosofia

• Contextualização de temas como: A África – Apartheid - Preconceito racial;
• Contribuições das civilizações africanas para a formação da sociedade brasileira.
. Afrocentricidade, filosofia africana e cultura negra.
. Reflexão sobre intolerância à religião afro-brasileira.

            Ciências/Física/ Química/ Biologia

• Genética dos negros (presença ou ausência de melanina);
• Doenças endêmicas de origem africana;
• Leitura e análise de textos que refletem as condições subumanas vivenciadas por muitos negros em nosso país.

            Matemática;

• Textos que retratem a discriminação racial contendo dados numéricos;
• Elaboração de questionário e realização de pesquisa sobre discriminação racial;
• História da Matemática;
• Construção e análise de gráficos.

             Artes e Educação Física

• Observar manifestações de arte realizadas pelos povos afro-brasileiros;
• Vivenciar através de músicas sobre o tema um pouco da cultura africana através do canto e de dramatizações;
• A influência africana na nossa culinária, na dança, na música, na vivência religiosa e no jeito de ser brasileiro;
• Apresentação de peças teatrais, fantoches, recitais, exposições.

            Inglês

• Identificação e tradução de palavras referentes aos seguintes temas: Pobreza, Discriminação e Injustiça;
• Trabalhar textos e músicas voltadas  para os aspectos raciais.

Após a realização das atividades o projeto culminará com um evento que envolverá toda a comunidade escolar interna através das apresentações no dia 20 de novembro de 2017.  Projeto consciência negra: "Educação para prática da alteridade".

V – CRONOGRAMA

        Março- Elaboração do projeto.
        Desenvolvimento das atividades durante o ano letivo
        1º a 19 de novembro- Organização da apresentação do projeto do dia da Consciência Negra.
        20 de novembro- Apresentação "Educação para prática da alteridade - consciência negra"

VI - AVALIAÇÃO DO PROJETO

. Participação do aluno em sala de aula e na apresentação.

VII - PROFESSORES RESPONSÁVEIS

Orlandes Rosa Farias.
Célia Maria Cruz Parra.
Reginaldo Donizete Macario
Lucineia de Aquino Duarte
Andréa Regina Ferrazoni
Regina de Souza Santos Jorqueira
Maria Cristina Conrado  Gomes
César Alexandre Bustos
Maria Célia Parra
Márcia Regina Natal
Silvia Victor de Souza Oliveira
Adaísa Adail Alves Dinalli
Danielly Fiurst Colturato Monteiro

Èrò ẹ̀kọ́ ti ọdún kẹ́ta - 2018

Èrò ẹ̀kọ́ ti ọdún kẹ́ta - 2018
Plano de ensino do terceiro ano - 2018.



Primeiro Bimestre                           



SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE LINS

PLANO DE ENSINO 2018
Escola: E.E. “Comendador Antônio Figueiredo Navas”
Disciplina: Filosofia
Ano/Série: 3º A, B, C, D, E.
Professor: Orlandes Rosa Farias
Bimestre: 
Carga horária: 2 aulas
Nº de aulas do bimestre: 21
 Ensino Fundamental (  )       Ensino Médio  ( X )    Período:  M ( x )  T (  )  N (  x)

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM/
CONTEÚDOS / TEMAS /CONCEITOS
1. Identificar situações de
preconceito, particularmente em
relação à Filosofia e aos filósofos;
2. Reconhecer a dimensão política do
preconceito diante da Filosofia e se
posicionar em relação a ela;
3. Desenvolver habilidades de escrita,
leitura e expressão oral na
abordagem de temas filosóficos;
4. Elaborar hipóteses e questões a
partir das leituras e debates
realizados;
5. Identificar a presença da Filosofia
no cotidiano;
6. Estabelecer a distinção entre o
“filosofar” espontâneo, próprio do
senso comum, e o “filosofar”
propriamente dito, típico dos filósofos
especialistas;
7. Identificar características da
Filosofia como reflexão;
8. Distinguir diferenças e
aproximações entre linguagem e
língua;
9. Relacionar pensamento, linguagem
e língua;
10. Identificar a importância da
língua para a produção e preservação
de saberes coletivos, bem como para
representar o real e imaginar

diferentes realidades.


O que é Filosofia
. Superação de preconceitos em relação à
Filosofia e definição e importância para a
cidadania;
O homem como ser de natureza e de

linguagem.

ESTRATÉGIAS/ PROJETOS:
- abordagem dialógica entre os saberes filosóficos e os saberes dos alunos: 
confrontos, acordos, sínteses e reelaboração de ideias;
- sondagens: experiência vivencial dos alunos e suas representações;
- contato com textos filosóficos e construção discurso argumentativo;
- dinâmicas de grupo;
- pesquisas: de campo, pela internet, bibliográfica;

- organização de painel sobre reflexões a partir de grupos;



RECURSOS/ MATERIAIS DE APOIO:

- imagens de filósofos/as, reprodução de obras de arte, desenhos, reportagens
de jornais e revistas e Documentos;
- livro didático; textos selecionados;
- letras de música e ditados populares

- filme;


AVALIAÇÃO (INSTRUMENTOS):
-participação em sala de aula, por meio de anotações sobre o aluno;
- pesquisa individual e em grupo;
- seminário;
- relatório;
- atividades;
- caderno do aluno;
- questões pontuais.
- elaboração de texto dissertativo;
- auto-avaliação;
- Provas objetivas e dissertativas;


PROPOSTAS DE RECUPERAÇÃO:
- Devolutiva da correção das provas mensais junto aos alunos para detectar as
dificuldades;
- Retomada de conteúdos não assimilados;
- Atividades diversificadas e alternativas àquelas já realizadas;

- Aplicação de nova avaliação (de recuperação).



ASPECTOS A SEREM RETOMADOS NO PRÓXIMO BIMESTRE:



OBSERVAÇÕES DA EQUIPE GESTORA:







Assinatura do Professor: Orlandes Rosa Farias

 Segundo Bimestre


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE LINS
http://www.profbruno.com.br/imagens/simb_brasao_est_gde.jpg
PLANO DE ENSINO 2018
Escola: E.E. "Com. Antônio Figueiredo Navas"
Disciplina: Filosofia
Ano/Série: 3º A, B, C, D, E.
Professor: Orlandes Rosa Farias
Bimestre: 2º
Carga horária: 2 aulas
Nº de aulas do bimestre: 22
 Ensino Fundamental (  )       Ensino Médio  ( X )    Período:  M ( x )  T (  )  N ( X )

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM/
CONTEÚDOS / TEMAS /CONCEITOS
1. Identificar marcas dos discursos
filosófico, mitológico e religioso;
2. Elaborar hipóteses e questões a
partir de leituras e debates
realizados;
3. Identificar situações de
desigualdade social, sobretudo no
Brasil, e abordá-las de uma
perspectiva problematizadora e
crítica;
4. Desenvolver habilidades de escrita,
leitura e expressão oral na
abordagem de temas filosóficos;
5. Reconhecer o caráter insatisfatório,
ingênuo e mesmo ideológico de certas
explicações normalmente aceitas pelo
senso comum para o problema da
desigualdade;
6. Identificar aspectos do pensamento
de Platão e operar com os conceitos
platônicos trabalhados;
7. Distinguir a perspectiva de Platão
(natureza) da concepção de Rousseau
(convenção) acerca da desigualdade
social;
8. Distinguir a argumentação de
Rousseau acerca da origem da
desigualdade e de como superá-la por
meio do contrato social;
9. Questionar o papel social do

Estado e das leis

Características do discurso filosófico
. Comparação com o discurso religioso
O homem como ser político
A desigualdade entre os homens como

desafio à política


ESTRATÉGIAS/ PROJETOS:

- levantamento de hipóteses (sondagens);
- leitura sistemática e problematizadora de textos;
- elaboração escrita do próprio pensamento;
- pesquisa bibliográfica e na internet;

- painel aberto de discussões e debates.


RECURSOS/ MATERIAIS DE APOIO:

- Caderno do Professor e do Aluno – Volume 02;
- Livro didático; textos selecionados;
- anúncios publicitários;

- Roteiro de atividades.



AVALIAÇÃO (INSTRUMENTOS):
-participação em sala de aula, por meio de anotações sobre o aluno;
- pesquisa individual e em grupo;
- seminário;
- relatório;
- atividades;
- caderno do aluno;
- questões pontuais.
- elaboração de texto dissertativo;
- auto-avaliação;
- Provas objetivas e dissertativas;


PROPOSTAS DE RECUPERAÇÃO:


- Devolutiva da correção das provas mensais junto aos alunos para detectar as
dificuldades;
- Retomada de conteúdos não assimilados;
- Atividades diversificadas e alternativas àquelas já realizadas;

- Aplicação de nova avaliação (de recuperação).


ASPECTOS A SEREM RETOMADOS NO PRÓXIMO BIMESTRE:


OBSERVAÇÕES DA EQUIPE GESTORA:







Assinatura do Professor: Orlandes Rosa Farias

Terceiro Bimestre


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DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE LINS
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PLANO DE ENSINO 2018
Escola: E.E. "Com. Antônio Figueiredo Navas"
Disciplina: Filosofia
Ano/Série: 3º A, B, C, D, E.
Professor: Orlandes Rosa Farias
Bimestre: 3º
Carga horária: 2 aulas
Nº de aulas do bimestre: 20
 Ensino Fundamental (  )       Ensino Médio  ( X )    Período:  M ( x )  T (  )  N ( X )

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM/
CONTEÚDOS / TEMAS /CONCEITOS
1. Distinguir questões associadas ao
tema “liberdade” no contexto da
contribuição filosófica;
2. Distinguir diferentes concepções
sobre a ideia de liberdade;
3. Relacionar liberdade à política por
meio da mediação do conceito de
democracia;
4. Desenvolver habilidades de escrita,
leitura e expressão oral na
abordagem de temas filosóficos;
5. Elaborar hipóteses e questões a
partir de leituras e debates
realizados;
6. Discutir o conceito de liberdade,
destacando questões associadas a
diferentes entendimentos sobre o ser
livre;
7. Relacionar liberdade à
solidariedade na perspectiva de uma
sociedade democrática.


Características do discurso filosófico
. Comparação com o discurso científico
Três concepções de liberdade
. Libertarismo, determinismo e dialética.


ESTRATÉGIAS/ PROJETOS:

- sondagens do senso comum;
- dinâmicas de grupo;
- pesquisa de campo e debates;
- leitura sistemática e problematizadora de textos;

- elaboração escrita do próprio pensamento;


RECURSOS/ MATERIAIS DE APOIO:

- Caderno do Professor e do Aluno – Volume 03;
- Livro didático;
- filmes; músicas;

- Roteiro de atividades.


AVALIAÇÃO (INSTRUMENTOS):
-participação em sala de aula, por meio de anotações sobre o aluno;
- pesquisa individual e em grupo;
- seminário;
- relatório;
- atividades;
- caderno do aluno;
- questões pontuais.
- elaboração de texto dissertativo;
- auto-avaliação;
- Provas objetivas e dissertativas;



PROPOSTAS DE RECUPERAÇÃO:

- Devolutiva da correção das provas mensais junto aos alunos para detectar as
dificuldades;
- Retomada de conteúdos não assimilados;
- Atividades diversificadas e alternativas àquelas já realizadas;

- Aplicação de nova avaliação (de recuperação).


ASPECTOS A SEREM RETOMADOS NO PRÓXIMO BIMESTRE:


OBSERVAÇÕES DA EQUIPE GESTORA:







Assinatura do Professor: Orlandes Rosa Farias

Quarto Bimestre


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE LINS
http://www.profbruno.com.br/imagens/simb_brasao_est_gde.jpg
PLANO DE ENSINO 2018
Escola: E.E. "Com. Antônio Figueiredo Navas"
Disciplina: Filosofia
Ano/Série: 3º A, B, C, D, E.
Professor: Orlandes Rosa Farias
Bimestre: 4º
Carga horária: 2 aulas
Nº de aulas do bimestre: 21
 Ensino Fundamental (  )       Ensino Médio  ( X )    Período:  M ( x )  T (  )  N ( X )

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM/
CONTEÚDOS / TEMAS /CONCEITOS
1. Refletir sobre o tema da felicidade
no contexto da contribuição filosófica;
2. Distinguir relações mantidas por
pessoas de diferentes culturas com a
ideia de felicidade;
3. Distinguir abordagens pessoais e
sociais a respeito da ideia de
felicidade;
4. Ler, compreender e interpretar
textos filosóficos;
5. Desenvolver habilidades de leitura
e escrita, bem como de expressão oral
na abordagem de temas filosóficos;
6. Elaborar hipóteses e questões a
partir de leituras e debates
realizados;
7. Identificar diferentes conceitos de
felicidade, destacando questões
associadas a diferentes
entendimentos contemporâneos sobre
“ser feliz”;
8. Relacionar a ideia de felicidade a
uma ética solidária.


Características do discurso filosófico
. Comparação com o discurso da literatura
Valores contemporâneos que cercam o tema
da felicidade e das dimensões pessoais e

sociais da felicidade


ESTRATÉGIAS/ PROJETOS:
- levantamento de hipóteses: aproximação e distanciamento sobre os temas em
questão;
- leitura sistemática e problematizadora de textos;
- elaboração escrita do próprio pensamento;

- discussões em grupos;


RECURSOS/ MATERIAIS DE APOIO:

- Caderno do Professor e do Aluno – Volume 04;
- Livro didático; textos selecionados: poéticos, filosóficos...

- internet


AVALIAÇÃO (INSTRUMENTOS):
-participação em sala de aula, por meio de anotações sobre o aluno;
- pesquisa individual e em grupo;
- seminário;
- relatório;
- atividades;
- caderno do aluno;
- questões pontuais.
- elaboração de texto dissertativo;
- auto-avaliação;
- Provas objetivas e dissertativas;




PROPOSTAS DE RECUPERAÇÃO:

- Devolutiva da correção das provas mensais junto aos alunos para detectar as
dificuldades;
- Retomada de conteúdos não assimilados;
- Atividades diversificadas e alternativas àquelas já realizadas;

- Aplicação de nova avaliação (de recuperação).



ASPECTOS A SEREM RETOMADOS NO PRÓXIMO BIMESTRE:


OBSERVAÇÕES DA EQUIPE GESTORA:





Projeto consciência negra: educação para prática da alteridade.




Assinatura do Professor: Orlandes Rosa Farias