sexta-feira, 6 de abril de 2018

Beleza negra


Ẹwà máa ń fà wá mọ́ra ni.
A beleza nos atrai.


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Àkójọ́pọ̀ Itumọ̀ (Glossário).
Ìwé gbédègbéyọ̀  (Vocabulário).

Ẹwà, s. Beleza, graciosidade.
Dúdú, adj. Negro, preto.
Dúdú, dú, v. Ser preto, ser escuro.

Ń, v. Estar. Indicador de  gerúndio.
Ń, adv. pré-verbal. O prefixo "ń" no verbo indica não só uma ideia presente como uma ação que esteja ocorrendo, em desenvolvimento (gerúndio). Pela sua função, é equivalente ao verbo auxiliar estar em português.
L', pref. No.
L, pref. Forma modificada da palavra ní quando seguida de palavra iniciada por vogal diferente de i.
, part. enfática. Usada na construção de frases, quando o verbo tiver dois objetos, o segundo objeto é precedido por " ní".
, prep. No, na, em. Usada para indicar o lugar em que alguma coisa está. Indica uma posição estática.  A contração da preposição ní com substantivo. Quando a vogal inicial do substantivo não é i, a consoante n da preposição se transforma em l, e a vogal i toma forma de vogal do substantivo posterior. Mas se a vogal do substantivo é i, ela é eliminada. Ní àná ( l'ánàá ). Ní ilé (ní'lé).
, v. Ter, possuir, dizer.Transportar carga em um barco ou navio. Ocupar, obter, pegar.
Ni, v. Ser, é.
, pron. dem. Aquele, aquela. Requer alongamento da vogal final da palavra que o antecede somente na fala. Ex.: Fìlà ( a ) nì = aquele chapéu.
Ma, mà, adv. Sem dúvida, com certeza. É usado para expressar força, surpresa ou ênfase, indicando uma ação positiva.
Má, máà, adv. Não. Negativa do verbo na forma imperativa, tempo de comando. Má lọ! = Má ṣe lọ! - Não vá! A forma má ṣe pode ser usada para ênfase, sem alterar o sentido da frase. Má ṣe bẹ́ẹ̀ - Não faça assim.
Máa, part. v. Usada como outra opção para marcar o tempo futuro do verbo, admitindo o pronome pessoal de uma sílaba.
Máa, v. aux. Indica uma ação habitual, costumeira.
Máa ń, a máa, adv. pré v. Ter costume de, estar acostumado, ter maneira de (fazer algo). Emprega-se o presente do indicativo para expressar uma ação constante ou habitual.
Máa, maa, obs. : Colocado antes do verbo, dá um sentido polido a uma ordem. Ẹ máa padà níbí - Volte aqui.
Maa, Obs. Posicionado depois de qualquer das partículas indicadoras do tempo futuro, dá um sentido progressivo ou habitual ao verbo. Ng ó maa kà á- Eu continuarei a ler isto.
Òun, on, Conj. E. Geralmente usada com nomes de pessoas. Òjó on Àjàdí - Ojô e Ajadi.
Òun, ó, pron. pess. Ele, ela.
Oun, ohun, s. Coisa, algo.
Oùn, ohùn, s. Voz.
Èmi, mo, mi, n, ng, pron. pess. Eu.
E, pref. Adicionado ao verbo para formar substantivos que indicam ação e movimento. Rò - pensar; èrò - imaginação.
E, é, pron. da 3ª pessoa do singuar representado pela repetição da vogal final do verbo. Este procedimento é conhecido como o caso objetivo da 3ª pessoa Ò gé - Ele cortou; Ò gé e - Ele a cortou.
, pron. Você. É usado dessa forma depois do verbo ou preposição.
, pref. Adicionado ao verbo para formar substantivos que indicam alguém que faz. dẹ (caçador) e dẹ (caçar).
Ọ, ọ́, pron. da 3ª pessoa do singular representado pela repetição da vogal final do verbo de uma sílaba ( caso objetivo 3ª pessoa). Ó ṣọ́ - Ele vigiou, Ó ṣọ́ ọ - Ele a vigiou.
Agbára, s. Poder.
, v. Vir. Procurar por, buscar, vasculhar. Tremer de nervoso. Dividir, partir em pequenos pedaços.
, v. Ser, haver, existir, estar.
, V. Cavar. Remar, dirigir. Abraçar, prender, apertar . Monopolizar.
, àwa, pron. pess. Você.
Wa, pron. oblíquo. Nos, conosco. Possui função reflexiva e é posicionado depois de verbo e preposição.
Wa, pron. poss. Nosso, nossa.

Ohun tí, s. A coisa que, algo que, o que.

Ìfàmọ́ra, s. Intimidade, atração.
Fàmọ́, v. Aderir, ajustar-se, agarrar-se a.
Fàmọ́ra, v. Abraçar alguém, seduzir, atrair
Ìsún, s. Atração, gravidade, movimento. 

Fà, fà jáde, v. Tirar, remover, puxar. Atrair, seduzir. Arrastar, esparrar. Abater, reduzir.
Kò sí, v. Forma negativa do verbo wà (estar, existir, haver). Kò sí owó kò sí orò - sem dinheiro não há obrigação.
, conj. pré-v.  E, além disso, também. Liga sentenças, porém, não liga substantivos; nesse caso, usar " àti". É posicionado depois do sujeito e antes do verbo.
Lòdì sí, prep. Contra.
, prep. Para, em direção a. Indica movimento direcional.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

Prova do terceiro ano




Nome                                                                                                      Nº           Série

                                    Prova do primeiro Bimestre

1. Acerca da filosofia dos pré-socráticos, podemos considerar:
I. A filosofia dos pré-socráticos constitui um ponto de inflexão fundamental na história do pensamento humano, pois representa um claro golpe dirigido às posições mitológicas na medida em que busca fundamentar uma nova concepção do mundo mediante a investigação da natureza.
II. A filosofia de Heráclito se constitui pela afirmação do preceito do devir que encontra, na representação do fogo, sua manifestação sensível.
III. A depreciação do trabalho produtivo, na época dos filósofos pré-socráticos, é expressão de um sistema socioeconômico fundado no trabalho escravo, em que ainda não é posta a necessidade fundamental da recorrência ao sistema de máquinas e engrenagens para desenvolver as forças produtivas. Isso implica que as grandes descobertas, no âmbito da investigação filosófica da natureza (physis), não tiveram plena influência sobre o universo das técnicas de produção como na sociedade capitalista.
IV. Quando Tales de Mileto afirma a água como princípio fundante do ser, ele está fazendo uma afirmação filosófica, porque a água aparece como preceito primordial de todas as coisas, em que a água está contida em todas as coisas e em todas as coisas está contida a água.
Assinale a alternativa CORRETA.
a. Alternativas I e IV estão incorretas.
b. Alternativa I está incorreta.
c. Alternativas II e III estão incorretas.
d. Todas as alternativas estão corretas.
e. Todas as alternativas estão incorretas.

2. O nascimento da reflexão filosófica na Grécia antiga está associado aos pensadores que antecederam a Sócrates, os chamados pré-socráticos. As questões fundamentais propostas por esses filósofos são de âmbito eminentemente:
A) moral.
B) político.
C) cosmológico.
D) educacional.
E) religioso.

Os sofistas, mestres da retórica e da oratória, opunham-se aos pressupostos de que as leis e os costumes sociais eram de caráter divino e universal.
Deu-se assim, entre eles, o:
A) naturalismo.
B) relativismo.
C) ceticismo filosófico.
D) cientificismo.
E) racionalismo.


3. A filosofia de Sócrates se estrutura em torno da sua crítica aos sofistas, que, segundo ele, não amavam a sabedoria nem respeitavam a verdade. O ataque de Sócrates à sofística NÃO tem como pressuposto a ideia de que:
A) o conhecimento verdadeiro só pode ser resultado de um diálogo contínuo do homem com os outros e consigo mesmo.
B) o confronto de opiniões na política democrática afasta a possibilidade de se alcançar a sabedoria.
C) a verdade das coisas é obtida na vida cotidiana dos homens e, portanto, pode ser múltipla e inacabada.
D) o autoconhecimento é a condição primária de todos os outros conhecimentos verdadeiros.
E) a ciência (epistéme) é acessível a todos os homens, contanto que estejam dispostos a renunciar ao mundo das sensações.

4. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) definem a importância da Filosofia no Ensino Médio, as estratégias didáticas de ensino da disciplina, além de suas habilidades e competências. O PCN NÃO aponta como objetivo da inclusão dos conhecimentos filosóficos na grade curricular dos educandos a:

A) oferta de um quadro de referências teóricas e conceituais.
B) ampliação da capacidade de análise crítica e independente acerca da realidade social.
C)  formação para a cidadania e a preparação básica para o trabalho.
D) interface com outras disciplinas de ciências humanas e de áreas distintas.
E) assimilação de doutrinas e teorias, que deverão se constituir num tipo de saber prático e restrito às atividades profissionais.


5. A comédia e o humor são importantes para a democracia? Justifique.
R. 

Prova do primeiro ano

                                                                                                                                                    Nome                                                                                                      Nº           Série

                                    Prova do primeiro Bimestre


1. A qual corrente filosófica pertenceu John Locke? 

(A) Empirismo. 
(B) Metafísica. 
(C) Estoicismo. 
(D) Existencialismo. 
(E) Teoria crítica. 

2 . Leia atentamente o texto de Platão (Apologia de Sócrates).

       Pois nada mais faço do que persuadir a todos, jovens e anciãos, a não se preocuparem com si mesmos ou com suas posses, mais acima de tudo e principalmente a se preocuparem com o mais profundo aperfeiçoamento da alma. Digo a vocês que a virtude não e dada pela riqueza, mas que, de fato, a virtude gera riqueza e também todos os bens dos homens,  públicos e também privados. 

       Com base na leitura do texto, assinale somente as sentenças corretas.

a) O mais importante é preocupar-se com o estudo da alma. 
b) A filosofia não é algo para os jovens.
C) Da riqueza vem tudo que precisamos, inclusive as virtudes.
d) O mais importante é conhecer.
e) A virtude é boa, afinal dela nascem a riqueza e tudo mais. 

3. Como o intelecto capta os sinais do mundo?
R.
4. Quais são as fontes do conhecimento de onde jorram todas as nossas ideias? Cite três exemplos.
R. 
5. Para Kant, o que são conhecimento a priori e conhecimento a posteriori?
R.  

Prova do segundo ano



Nome                                                                                   Nº           Série

                                    Prova do primeiro Bimestre

1. Segundo Descartes, o critério de verdade é:
A. A delicadeza e a exatidão;
B. a clareza e a distinção; 
C. a delicadeza  e a distinção;
D. a clareza e a não contradição.

2. Identifique a afirmação errada:
A. O principal problema de Descartes é o de encontrar a garantia de que o nosso conhecimento é absolutamente seguro.
B. A condição necessária para que algo seja declarado conhecimento absolutamente seguro é resistir completamente à dúvida.
C. Descartes consegue provar que os sentidos não nos enganam. 
D. O primeiro conhecimento absolutamente seguro é a existência do sujeito que tem consciência de que os sentidos e o entendimento o podem enganar.


3.  De acordo com a filosofia cartesiana, Deus existe porque:

A. O universo físico tem de ter uma causa;

B. a organização do Universo aponta para um criador inteligente;

C. a própria ideia de ser perfeito implica a sua existência. 

D. Nenhuma das respostas anteriores é correta.


4. Como posso provar que existo? 

R.
5. Por que o exercício da dúvida realizado por Descartes é conhecido como “dúvida metódica”? 
R. 

terça-feira, 3 de abril de 2018

1ª Série

Ìdálẹ́kọ̀ọ́ lórí filọ́sọ́fi ti Áfríkà.

 Seminário sobre filosofia africana.

                                       Àkọ́kọ́ oṣù méjì ti ọdún 2018(1º bimestre de 2018)

Àwọn akẹ́kọ̀ọ́: lẹ́ẹ̀kìíní ti ilé ẹ̀kọ́ girama.
 Alunos: 1ª Série do Ensino Médio.

1º grupo

Ubuntu
http://filosofia-africana.weebly.com/uploads/1/3/2/1/13213792/mogobe_b._ramose_-_a_%C3%A9tica_do_ubuntu.pdf


2º grupo

Afrocentar

 





quinta-feira, 29 de março de 2018

Golpe de Estado de 2016

                                                       
Páàdì ṣàlàyé ìdìtẹ̀ gbàjọba náà ti ọdún 2016.
Padre explica o golpe de Estado de 2016.




Àkójọ́pọ̀ Itumọ̀ (Glossário).
Ìwé gbédègbéyọ̀  (Vocabulário).

Ṣàlàyé, v. Explicar.

Ìjọ Kátólìkì, s. Igreja católica.  
Bíṣọ́ọ̀bù àgbà, s. Arcebispo.
Ẹ̀sìn Kristi, ìsìn Kristi, ẹ̀sìn onígbàgbọ́, kirisẹ́ńdọ̀mù, s. Cristianismo. 
Àlùfáà àgbà, s. Arquidiácono, sumo sacerdote. 
Kàtídírà, s. Catedral.
Díákónì, s. Diácono. 
Katikíìsì, s. Catequista. Pessoa que ensina o catecismo. 
Ìwé katikísìmù mọ́, ìwé Katikísìmù, s. Catecismo.
Àlùfá, s. Padre,  ministro do culto muçulmano.
Páàdì, s. Padre. 
PADRE CÍCERO, s. Páàdì Kísẹ́rò.
Àdúrà  bàbá wa, s Padre-nosso.
Bàbá ìsàmi, s. Padrinho.
Kádínà, s. Cardeal.
Ọmọ ìdí pẹpẹ, s. Coroinha.
Pẹpẹ, s. Prateleira, estante, altar. 
Máàsì fún àwọn òkú, s. Missa para os mortos.
Agbára póòpù láti dárí ẹ̀ṣẹ̀ jini, s. Perdão e indulgência. Poder do papa de perdoar pecados.
Jíjọ́sìn Màríà àti “àwọn ẹni mímọ́.”s. Veneração de Maria e de "Santos."
Ìgbàgbọ́ pọ́gátórì, s. Purgatório.
Máàsì mímọ́, s. Santa missa. 
Ìsìn máàsì, máàsì, ìsìn Krístíánì, s.  Missa.
Àwọn ọmọ ìjọ pé, s. Paroquianos, leigos. 
Jíjúbà ère, s. Veneração de imagem.
Ààtò ìjẹ́wọ́ ẹ̀ṣẹ̀, s. Confissão.
Gbígba Ara Olúwa, s. Eucaristia. Eucaristia significa reconhecimento, ação de graças, em grego, é uma celebração da Igreja Católica, para lembrar da morte e ressurreição de Jesus Cristo, é também chamada de comunhão.
Ìwé ìròyìn táa gbé ka Bíbélì, s. Revista bíblica,   revista baseada na Bíblia.
Obìnrin ajẹ́jẹ̀ẹ́ anìkàngbé, s. Freira (religiosa professa; madre, soror, monja). Mulher que pertence a uma ordem religiosa e que dedica sua vida aos objetivos da comunidade.
Ká máa ka Ìlẹ̀kẹ̀ Àdúrà, v. Rezar o terço. 
Ìlẹ̀kẹ̀ àdúrà, s. Rosário.
Ká máa lọ sí Máàsì, v. Ir à missa.. 
Ká máa gba Ara Olúwa, v. Receber a comunhão.
Ìhìnrere, s. Evangelho.
Onígbàgbọ́, s. Crente.
Kristiẹni, s. Cristão.
Ẹ̀sìn Ọlọ́runkan, s. Monoteísmo.
Òjíṣẹ́ Ìhìnrere, miṣọ́nnárì, s. Missionário.
Òfin Mẹ́wàá, s. Dez mandamentos.
Ónjẹ Alẹ́ Olúwa, s. Última ceia.
Bíbélì Mímọ́, bíbélì, s. Bíblia sagrada. 
Májẹ̀mú Láéláé, s. Antigo Testamento.
Májẹ̀mú Titun, s. Novo Testamento.
Íṣímáẹ́lì, s. Ismael. 
Kérésìmesì, s. Natal.
Ìlú Fatikan, s. Vaticano.
Pópù, s. Papa.
Biṣọpu, s. Bispo.
Àlùfá, s. Ministro do culto muçulmano, padre.

Páàdì, s. Padre. 
Páàdì Kísẹ́rò, s. Padre Cícero.
Pétérù Mímọ́, s. São Pedro.
Pópù Pius 1k, s. Papa Pio I.
Àpọ́sítélì, s. Apóstolo, evangelista, evangelizador, propagador. 
Símónì tàbí Pétérù, s. Simão ou Pedro.
Áńdérù, s. André. 
Jákọ́bù, s. Tiago.
Jòhánù, s. João.
Fílípì, s. Filipe.
Batolómíù, s. Bartolomeu.
Mátíù, s. Mateus.
Tọ́másì, s. Tomé.
Áfíọ́sì, s. Alfeu.
Símónì, s. Simão. 
Júdásì, s.  Judas.
Júdásì Ísíkáríótù, s. Judas Iscariotes.
Jésù Krístì, s. Jesus Cristo.
Krístì alààyè, s. Cristo vivo.
Ọmọ-ẹ̀hìn Kristi, ọmọlẹ́hìn Kristi, s. Seguidor de Cristo, cristão. 
Onígbàgbọ́, s. Uma pessoa crente. 
Ẹlẹ́sìn Krístì, s. Cristão. 
Onígbàgbọ́ titun, onígbàgbọ́ tuntun, ọmọ-ẹ̀hìn Kristi titun, ọmọ-ẹ̀hìn Kristi tuntun, ọmọlẹ́hìn Kristi  titun, ọmọlẹ́hìn Kristi tuntun, s. Cristão-novo, converso (convertido). 
Mọ̀láíkà, ańgẹ́lì, màlékà, s. Anjo.
Sátánì, s. Satã.  
Ohun buburu, S. Coisa ruim. 
Ańgẹ́lì lọ sílẹ̀, s. Anjo decaído. 
Bìlísì ( do hauçá e do árabe iblis), s. Mal. 
Ọ̀run àpáàdì, s. Inferno.
Ṣìọ́ọ̀lù, s. Seol,  sheol, hades, mundo dos mortos.
Gẹ̀hẹ́nà, gẹ̀hẹ́nà oníná, s. Geena ardente. Geena refere-se ao vale de Hinom, fora das muralhas de Jerusalém. Este vale era usado como depósito de lixo, onde se lançavam os cadáveres de pessoas que eram consideradas indignas, restos de animais, e toda outra espécie de imundície. Usava-se enxofre para manter o fogo aceso e queimar o lixo. Jesus usou este vale como símbolo da destruição eterna.
Hédíìsì, s. Hádes, mundo dos mortos.
Tátárọ́sì, s. Tártaro. O mais profundo do abismo no Hades; significa encerrar no suplicio eterno.
Àjíndé, s. Ressurreição.
Miṣọ́nnárì, s. Missionário.
Pọ́ọ̀lù, s. Paulo.
Rómù, Róòmù, s. Roma.
Ítálì, Itálíà, s. Itália.
Áńtíókù ti Písídíà, s. Antioquia da Pisídia.
Sísílì, s. Sicília.
Málítà, s. Malta.
Pútéólì, s. Putéoli (atual Pozzuoli). É uma comuna italiana da região da Campania, província de Nápoles.
Ọ̀run, òkè ọ̀run, ọ̀run àlàáfíà, ọ̀run rere, s. Céu.
Màríà, s. Maria.
Jósẹ́fù, s. José.
Hánà, s. Ana.
Pẹ̀nínà, s. Penina.
Jẹ́nẹ́sísì, s. Gênesis.
Ẹ́kísódù, s. Êxodo.
Léfítíkù, s. Levítico.
Númérì, s. Números.
Diutarónómì, s. Deuteronômio.
Jóṣúà, s. Josué.
Àwọn Onídàájọ́, s. Juízes.
Rúùtù, s. Rute.
1 Sámúẹ́lì, s. 1 Samuel.
2 Sámúẹ́lì, s. 2 Samuel.
1 Àwọn Ọba, s. 1 Reis.
2 Àwọn Ọba, 2 Reis.
1 Kíróníkà, s. 1 Crônicas.
2 Kíróníkà, s. 2 Crônicas
Ẹ́sírà, s. Esdras.
Nehemáyà, s. Neemias.
Ẹ́sítérì, s. Ester.
Jóòbù, s. Jó.
Sáàmù, s. Salmos.
Òwe, s. Provérbios
Oníwàásù, s. Eclesiastes
Orin Sólómọ́nì, s. Cântico de Salomão.
Aísáyà, s. Isaías.
Jeremáyà, s. Jeremias
Ìdárò, s. Lamentações
Ìsíkíẹ́lì, s. Ezequiel
Dáníẹ́lì, s. Daniel.
Hóséà, s. Oseias.
Jóẹ́lì, s. Joel.
Ámósì, s. Amós.
Ọbadáyà, s. Obadias.
Jónà, s. Jonas.
Míkà, s. Miqueias
Náhúmù, s. Naum.
Hábákúkù, s. Habacuque.
Sefanáyà, s. Sofonias.
Hágáì, s. Ageu.
Sekaráyà, s. Zacarias.
Málákì, s. Malaquias 
Mátíù, s. Mateus.
Máàkù, s. Marcos.
Lúùkù, s. Lucas.
Jòhánù, s. João.
Ìṣe, s. Atos
Róòmù, s. Romanos.
1 Kọ́ríńtì, s. 1 Coríntios.
2 Kọ́ríńtì, s. 2 Coríntios.
Gálátíà, s. Gálatas.
Éfésù, s. Efésios.
Fílípì, s. Filipenses.
Kólósè, s. Colossenses.
1 Tẹsalóníkà, s. 1 Tessalonicenses.
2 Tẹsalóníkà, s. 2 Tessalonicenses
1 Tímótì, s. 1 Timóteo.
2 Tímótì, s. 2 Timóteo.
Títù, s. Tito.
Fílémónì, s. Filêmon.
Hébérù, s. Hebreus.
Jákọ́bù, s. Tiago
1 Pétérù, s. 1 Pedro.
2 Pétérù, s. 2 Pedro.
1 Jòhánù, s. 1 João.
2 Jòhánù, s. 2 Pedro
3 Jòhánù, s. 3 João
Júúdà, s. Judas.
Ìṣípayá, s. Apocalipse.

Ètò ìdájọ́, s. Poder judiciário, sistema judiciário.
Onídàájọ́, onídájọ́, adájọ́, s, Juíz, magistrado, meritíssimo. Poder judiciário.

Ilé ẹjọ́, s. Tribunal.
Aṣòfin, s. Legislador, poder legislativo.
Aláṣẹ, s. Diretor, pessoa que detém uma grande autoridade. Poder executivo.
Góńgó tó dára jù lọ, s. O melhor objetivo, objetivo elevado.

Góńgó, s. Objetivo.
Ìjọba, s. Governo, reino. Àwọn ète ìjọba náà àti bí yóò ṣe nímùúṣẹ - Os objetivos do Reino e como são atingidos.
Ìdìtẹ̀ gbàjọba, s. Golpe de Estado. Látàrí èyí, ọ̀pọ̀ ìfinijoyè, ìyípadà tegbòtigaga, ìdìtẹ̀ gbàjọba, gbígbé ẹnì kan gorí àlééfà, ìdìbò yanni, ìpànìyàn àti ọ̀pọ̀ ìyípadà ló ti wáyé láwọn ẹgbẹẹgbẹ̀rún ọdún tó ti kọjá - Em conseqüência disso, por milhares de anos, tem ocorrido uma constante sucessão de coroações, revoluções, golpes de estado, nomeações, eleições, assassinatos e mudanças de regime.
Olùṣe ìdìtẹ̀ gbàjọba, s. Golpista.
Ṣe, v. Fazer, causar, desempenhar. Ser.
Olùṣe, s. Aquele que faz.
Ìmọtótó, s. Limpeza. 
Rògbòdìyàn, s. Crise, revolta.
Ìpẹ̀yàrun, pípa ẹ̀yà run, s. Genocídio. Ogun kẹ́lẹ́yàmẹ̀yà wábi gbà ní kọ́sófò - Fim dos conlitos étnicos em kosovo.
Pípa ẹ̀yà ìran run, s. Limpeza étnica.
Ń, v. Estar. Indicador de  gerúndio.
Ń, adv. pré-verbal. O prefixo "ń" no verbo indica não só uma ideia presente como uma ação que esteja ocorrendo, em desenvolvimento (gerúndio). Pela sua função, é equivalente ao verbo auxiliar estar em português.
Ilẹ̀ Bràsíl, Bràsíl, s. Brasil, Pindorama.
, prep. No, na, em.
Ilẹ̀, s. Terra, solo, chão.
Fanpaya, àǹjọ̀nnú, s. Vampiro.
Ààrẹ, s. Presidente.
Ètò, s. Ordem, sistema. 
Ìtòlẹ́sẹẹsẹ, s. Programa.
Iṣẹ́ ọnà, irú iṣẹ́, ète,  s.  Projeto.
Ète, s. Intenção, projeto, plano, propósito.
Agbára, s. Poder.
Mẹ́ta, num. Total de três.
Náà, pron. dem. Aquele, aquela, aquilo.
Náà, art. O, a, os, as. 
Náà, adv. e conj. pré-v. Também, o mesmo.
Nínú, prep. Dentro, no interior de.
Inú, s. Estômago, ventre, interior, interno, no íntimo de.
Ti lọ, adj. Desaparecido.
, pron. rel. Que, o qual, do qual, cujo.
, conj. Se. Enquanto, ao mesmo tempo que.
, prep. Desde que.
, v. Bater com a mão ou com algo na mão, acertar o alvo.
, adv. Onde, quando.
Ti, prep. de ( indicando posse). Quando usado entre dois substantivos, usualmente é omitido. Ilé ti bàbá mi = ilé bàbá mi ( A casa do meu pai).
Ti, ti...ti, adj. Ambos... e. Ti èmi ti ìyàwó mi - ambos, eu e minha esposa.
Ti, v. Ter (verb. aux.). Arranhar. Pular.
Ti, v. interrog. Como. Ó ti jẹ́? - Como ele está.
Ti, adv. pré-v. Já. Indica uma ação realizada.
Ti, àti, conj. E.
Ti, part. pré-v. 1. Usada para indicar o tempo passado dos verbos. Èmi ti máa rìn lálé - Eu costumava caminhar à noite. 2. É usada com báwo ni - como - quando se deseja expressar sentimento e posicionada antes do verbo principal. Báwo ni àwọn ti rí? - Como eles estão?.
Tìti, adv. Tremendamente, violentamente.
Títí, adv. Continuamente, constantemente.
Títí, prep. Até.
Tìtì, adv. Tremulamente, balançadamente.
Títì, adj. Trancado, que deve ser empurrado, fechado.
Títì, ọ̀nà, s. Via pública, rua, passagem.
Ti... ti, adj. Ambos... e. Ti èmi ti ìyàwó mi - Ambos, eu e minha esposa.
Títi-àiyé, adv. Eternamente.
Títí dé, prep. Até. (referindo-se a um local ou espaço).
Títí di, prep. Até. (referindo-se a período de tempo).
Títí  láé, títí láí, adv. Perpetuamente, para sempre, definitivamente.
Títilọ, adv. Continuadamente, assim por diante.

Ń, v. Estar. Indicador de  gerúndio.
Ń, adv. pré-verbal. O prefixo "ń" no verbo indica não só uma ideia presente como uma ação que esteja ocorrendo, em desenvolvimento (gerúndio). Pela sua função, é equivalente ao verbo auxiliar estar em português.
L', pref. No.
L, pref. Forma modificada da palavra ní quando seguida de palavra iniciada por vogal diferente de i.
, prep. Contração da preposição ní e substantivo. Quando a vogal inicial do substantivo não é i, a consoante n da preposição se transforma em l, e a vogal i toma forma de vogal do substantivo posterior. Mas se a vogal do substantivo é i, ela é eliminada. Ní àná ( l'ánàá ). Ní ilé (ní'lé)
, part. enfática. Usada na construção de frases, quando o verbo tiver dois objetos, o segundo objeto é precedido por " ní".
, prep. No, na, em. Usada para indicar o lugar em que alguma coisa está. Indica uma posição estática.
, v. Ter, possuir, dizer.Transportar carga em um barco ou navio. Ocupar, obter, pegar.
Ni, v. Ser, é.
, pron. dem. Aquele, aquela. Requer alongamento da vogal final da palavra que o antecede somente na fala. Ex.: Fìlà ( a ) nì = aquele chapéu.

Àwọn, wọ́n, pron. pess. Eles, elas. Indicador de plural.
Wọn, pron. oblíquo. A eles, a elas.
Wọn, pron. poss. Deles, delas.

Ẹgbẹ́ òṣèlú, s. Partido político.
Ọlọ́pàá, s. Polícia.
Òṣìṣẹ́ ìjọba, s. Autoridade pública,  funcionários do governo.
Ọdún, s. Ano, estação, período próximo das festividades anuais.
Náà, pron. dem. Aquele, aquela, aquilo.
Náà, art. O, a, os, as. 
Náà, adv. e conj. pré-v. Também, o mesmo.

terça-feira, 27 de março de 2018

Ète

Ète lórí ẹrí-ọkàn dúdú.
Projeto consciência negra. 

              Ní sáà ilé ẹ̀kọ́ ti ọdún 2018
              Durante o ano letivo de 2018
                
                                                                                                                                                            PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA: EDUCAÇÃO PARA PRÁTICA DA ALTERIDADE.

I – IDENTIFICAÇÃO

           1.1. Instituição
           E.E. Comendador Antônio Figueiredo Navas - Promissão - SP

            1.2. Autores
             Professores das diferentes áreas do Ensino Médio, Fundamental e EJA

            1.3. Público Alvo
            Alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino de Jovens e Adultos (EJA)

           1.4. Problemática
           Historicamente, o Brasil, no aspecto legal, teve uma postura ativa e permissiva diante da discriminação e do racismo que atinge a população afrodescendente brasileira até hoje. Nesse sentido, ao analisar os dados que apontam as desigualdades entre brancos e negros, constatou-se a necessidade de políticas específicas que revertam o atual quadro.

           1.5. Finalidade
           No campo da educação, promover uma educação ética, voltada para o respeito e convívio harmônico com a diversidade deve-se partir de temáticas significativas, que propiciem condições para que os alunos e as alunas desenvolvam sua capacidade dialógica, tomem consciência de nossas próprias raízes históricas que ajudaram e ajudam a constituir a cultura e formar a nação brasileira; pois, o preconceito e o racismo são uma das formas de violência. Diante disso, quais as situações que temos possibilidades de mudar? Qual seria a nossa contribuição concreta para viabilizar a conscientização das pessoas? São perguntas que o projeto prevê responder através de um olhar interdisciplinar

        1.6. Título
       Projeto Consciência Negra: Educação para prática da alteridade.



II - JUSTIFICATIVA

             "O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho, comemorar esta data é debater e refletir sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção de nosso país, estado e comunidade.
             O desafio de ensinar que também somos frutos desses elementos étnico-culturais, que contribuíram de várias maneiras para a formação da sociedade brasileira, não era tarefa fácil. Era preciso criar estratégias para o direcionamento da ação docente e que essas pudessem promover a reconstrução e a ressignificação de conceitos, contextos e métodos que auxiliassem na narrativa do professor.
Nas últimas décadas, a historiografia vem apresentando uma série de novos trabalhos que procuraram renovar a percepção sobre a escravidão negra e nossa sociedade ao longo da história. A forma de enxergar a participação do escravo nas ações e práticas cotidianas também foi repensada.
             Uma abordagem sobre a escravidão que considera simplesmente a violência física e a opressão sobre os escravos - e que não os observa enquanto sujeitos que procuraram vencer o cativeiro, provocando outras ações além de fugas e agressões a seus senhores - já não é mais recomendada para o ensino na escola.
O conhecimento histórico não é imutável e pode ser revisto à medida que o campo científico avança, que nos leva a refletir constantemente sobre a nossa formação e os saberes docentes que reunimos para realizar o trabalho em sala de aula.
             Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar a identificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo.
             Em meio à diversidade de valores e culturas a que estamos inseridos, faz-se necessário repensarmos nossas ações diante das atitudes de desrespeito com os afrodescendentes que formam a maioria da população brasileira sendo historicamente discriminados e desrespeitados em suas raízes e manifestações.
Assim sendo, percebe-se a necessidade de um trabalho constante desde as sérias iniciais até o ensino médio, proporcionando debates constantes, momentos de reflexão e valorização da cultura Africana, compreendendo sua importância para diálogo e convivência harmônica com a diversidade".
             Em concordância com os pesquisadores e PCNs do aludido texto citado, nós professores da Instituição de ensino " E.E.Comendador Antônio Figueiredo Navas",elaboramos nosso projeto com algumas alterações em relação ao texto original.
III- OBJETIVOS

             3.1. OBJETIVO GERAL

             Levar os alunos a refletirem sobre a diversidade étnico-cultural para compreenderem que cada povo possui sua identidade própria, presente nas crenças, costumes, história e organização social. Além disso, promover a autoestima e a prática da alteridade. Assim, incentivar  o respeito às diferenças de qualquer gênero para a valorização do ser humano e da identidade cultural de todos os povos, para que dessa forma, mudanças significativas na prática social sejam percebidas e seja efetivado o desenvolvimento da consciência cidadã.

               3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Promover o crescimento do aluno como ser  reflexivo, crítico e ético;
• Oferecer aos alunos conhecimentos que lhes permitam buscar a superação do racismo e preconceito;
• Desenvolver a co-responsabilidade pela vida social como compromisso individual e coletivo;
• Destacar as diferentes formas de racismo e discriminação através do resgate da memória cultural do povo negro;
• Estimular o respeito aos direitos humanos e exclusão de qualquer tipo de discriminação;
• Trazer à tona discussões provocantes, por meio das rodas de conversa, para um posicionamento mais crítico frente à realidade social em que vivemos.

IV - CONTEÚDO/METODOLOGIA

             A prática de ensino objetivada neste projeto visa promover uma educação ética, voltada para o respeito e convívio harmônico com a diversidade.
Sugestões de atividades:

           Língua Portuguesa
• Pesquisar palavras de origem africana;
• Produzir, utilizando diferentes formas de expressão, textos individuais e coletivos sobre os debates e as reflexões do assunto;
• Leitura e produção de textos de diferentes gêneros sobre preconceito racial;
• Leitura de imagens: várias realidades vivenciadas por negros.

          História

• Refletir em relação ao início do racismo no Brasil;
• Reconhecer a herança cultural dos negros;
• Refletir e opinar sobre o papel do negro na formação da nação brasileira;
• Debater temas como: Preconceito racial/ O processo de abolição;
• Apresentação de figuras ilustres negras e mestiças da história brasileira passada e atual, bem como de pessoas afro brasileiro do convívio dos alunos.

           Geografia

• Localizar comunidades negras no Brasil;
• Formação do povo brasileiro;
• As migrações.

          Sociologia e Filosofia

• Contextualização de temas como: A África – Apartheid - Preconceito racial;
• Contribuições das civilizações africanas para a formação da sociedade brasileira.
. Afrocentricidade, filosofia africana e cultura negra.
. Reflexão sobre intolerância à religião afro-brasileira.

            Ciências/Física/ Química/ Biologia

• Genética dos negros (presença ou ausência de melanina);
• Doenças endêmicas de origem africana;
• Leitura e análise de textos que refletem as condições subumanas vivenciadas por muitos negros em nosso país.

            Matemática;

• Textos que retratem a discriminação racial contendo dados numéricos;
• Elaboração de questionário e realização de pesquisa sobre discriminação racial;
• História da Matemática;
• Construção e análise de gráficos.

             Artes e Educação Física

• Observar manifestações de arte realizadas pelos povos afro-brasileiros;
• Vivenciar através de músicas sobre o tema um pouco da cultura africana através do canto e de dramatizações;
• A influência africana na nossa culinária, na dança, na música, na vivência religiosa e no jeito de ser brasileiro;
• Apresentação de peças teatrais, fantoches, recitais, exposições.

            Inglês

• Identificação e tradução de palavras referentes aos seguintes temas: Pobreza, Discriminação e Injustiça;
• Trabalhar textos e músicas voltadas  para os aspectos raciais.

Após a realização das atividades o projeto culminará com um evento que envolverá toda a comunidade escolar interna através das apresentações no dia 20 de novembro de 2017.  Projeto consciência negra: "Educação para prática da alteridade".

V – CRONOGRAMA

        Março- Elaboração do projeto.
        Desenvolvimento das atividades durante o ano letivo
        1º a 19 de novembro- Organização da apresentação do projeto do dia da Consciência Negra.
        20 de novembro- Apresentação "Educação para prática da alteridade - consciência negra"

VI - AVALIAÇÃO DO PROJETO

. Participação do aluno em sala de aula e na apresentação.

VII - PROFESSORES RESPONSÁVEIS

Orlandes Rosa Farias.
Célia Maria Cruz Parra.
Reginaldo Donizete Macario
Lucineia de Aquino Duarte
Andréa Regina Ferrazoni
Regina de Souza Santos Jorqueira
Maria Cristina Conrado  Gomes
César Alexandre Bustos
Maria Célia Parra
Márcia Regina Natal
Silvia Victor de Souza Oliveira
Adaísa Adail Alves Dinalli
Danielly Fiurst Colturato Monteiro